Ainda me sinto com 18 anos
eh como se eu tivesse pulado uma parte da minha vida.
minha mente engoliu os poucos momentos bons
q eu vivi durante esses dois anos.
Parece que soh me restaram as lembranças das dores
e de tudo que me fez sofrer...
E parece q como uma solução para não mais chorar...
minha mente apagou tudo q eu vivi e eu me sinto presa aos 18 anos...
Eu era tão feliz...
não eh demagogia e nem ao menos hipocrisia...
Eu realmente era muito feliz...
Meus amigos foram tudo o q eu sempre necessitei....
não precisava de festa...bebidas e cigarros...
Apenas eles...
Dormir com o abdómen doendo de tanto rir...
e as vezes chorando por ser proibida de estar com eles....
Saudades dos longos abraços e dos conselhos...por mais idiota q fosse...
sinto saudade ate mesmo das brigas...
soh pra ter a sensação de me reconciliar com eles novamente...
Hoje os amo da mesma forma...
Mas esse dois anos q passei ausente da minha própria vida...
não soh deixaram marcas em minha mente...
como também afrouxaram os laços q existiam entre eles e eu...
E não me resta mais nada a não ser agradecer por me deixarem sentir essa enorme saudade...Que soh prova q não foi em vão...
As lágrimas pela falta q sinto de te-los a minha volta...


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ResponderExcluirA natureza da dor de uma emoção é rápida, dura pouco. Se ela continuar presente depois de um tempo prolongado é porque a estamos invocando em demasia. É melhor pararmos de invocar essa dor e abrirmo-nos para o desconhecido, perguntando-nos: Como serei sem esta dor?
ResponderExcluirMuitas vezes, assim que nos sentimos alegres, passamos a sentir insegurança. Quem já não disse para si mesmo a frase, É bom demais para ser verdade. Eis porque preferimos a dor: sentimo-nos infelizmente seguros com ela. Sofrer pode se tornar um hábito! Precisamos, então, treinar para reconhecer o nosso bem-estar. Treinar para tomar decisões baseados na alegria.
Quando nos familiarizamos com certa dor, tornamo-nos dependentes dela para nos sentirmos seguros. Se quisermos mudar, temos que começar a fazer algo diferente em nosso dia-a-dia. O poder de decisão de sair de uma dor surge com a percepção de que estamos sofrendo desnecessariamente!
Delza e Luciane de Mello escreveram um livro, Ressaca Emocional (Ed. Novo Milênio), sobre o motivo porque as pessoas sofrem mais que o necessário. Elas escrevem: Ao ressaquista falta prática, falta dedicar-se a algo, falta encontrar algo que lhe toque o coração, que o motive a crescer, a ser melhor e maior. Por que as pessoas sofrem mais que o necessário? Porque elas têm medo de assumir, muitas vezes para si mesmas, o que elas realmente querem, onde desejam chegar. As pessoas sofrem porque não sabem quem são e, consequentemente, do que são capazes.
Muitas vezes encontramos justificativas nobres para não mudar, quando, na realidade, estamos é precisando ser mais sinceros com nossa fraqueza.
Sofremos desnecessariamente porque somos inflexíveis, controladores e temos dificuldade para lidar com a imperfeição.